quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Um poema desentitulado do passado

Achei esse poema que eu escrevi nas papeladas citada no post anterior:

Posso regredir, mas não avançar
Estão dizendo que sou derrotado por amar
Pouco me importa
Eles apenas sabem odiar

O dia é claro por causa dos raios solares
O meu é por causa do teu olhar
A noite é bela quando tem luar
Mas a minha é só quando posso te olhar
Vinde a mim pura e sincera
Como uma flor de pétalas macias
Teu perfume embriaga-me de forma letal
Pouco a pouco me domina
Fazendo de mim teu escravo

Pena não ter sentimentos
Que faz tornar-me lúcido
Há tempo de dizer-te:
- Te amo, mas você tem compromisso.
Olho-te piedosamente:
- Mas te esperarei.

Eu o ofereço à minha amada.

Um comentário:

Luxferia disse...

"Vinde a mim pura e sincera
Como uma flor de pétalas macias
Teu perfume embriaga-me de forma letal
Pouco a pouco me domina"
[...]

Que lindo... Fiquei até com lágrimas nos olhos...
Por mais emo que possa parecer, era esse Glauco por quem me apaixonei... Não que eu ainda não seja tão apaxonada quanto eu era... Eu te amo demais e acho que você não tem dúvidas disso... Não consigo viver sem você, por mais clichê que essa frase seja. Mas às vezes me nostagio com as coisas do nosso passado...
Te amo, tio.
Beijos.